domingo, 22 de janeiro de 2017

2017 e suas (mo caso, minhas) metas

E já se passaram quase 30 dias do ano de 2017. Estou sentido que esse ano vai super-hiper-mega voar! Dessa vez me impus algumas metas e acredito que até o presente momento estou cumprindo! Vou listar-las aqui pra ver se gravo ainda mais e para no final do ano (ou seja, daqui a pouco) fazer uma retrospectiva:
- fazer de 2017 o ano da excelência em todas as áreas, começando pela espiritual (priorizando mais as coisas de Deus)              
- Ler a Bíblia em um ano (comecei um pouco atrasada, mas já estou quase em dias);           
- Dizimar todos os meses (devolver 10% daquilo que Deus tem me dado gratuitamente);                  
- Fazer depilação a laser na axila (começar por ela que é algo que me incomoda bastante no dia a dia e também pelo custo financeiro mais acessível);                                     
- Estudar português (principalmente) e outras disciplinas - já iniciei, mas pense numa língua difícil de aprender :/           
- Fazer concursos e se possível ser aprovada (hahaha) - a parte de fazer eu já comecei;      

- Fazer intercâmbio pela residência                       

A lista não acaba por aqui, mas esses foram os que tracei de mais significantes durante esse primeiro mês do ano. Aos poucos outros irão surgindo e com fé e foco conseguirei atingir cada uma dele!

Sobre morar só

Morar sozinha é de uma independência que só quem passa ou já passou por essa situação consegue entender. Significa lavar a louça na hora que quiser, arrumar a casa ou não (mesmo que ela esteja de pernas para o ar), sair e chegar sem ter que dizer nada a ninguém... mas é também descobrir que as roupas não ficam limpas sozinhas, que quando toda a louça está suja, você precisa lavar o copo para beber água, que no seu dia de folga é melhor aproveitar para arrumar e deixar a casa em ordem e pagar as contas em dias.  
Morar sozinha é poder receber seus amigos e deixar eles entrarem da varanda ao quarto. É saber que mesmo que não queiramos estamos crescendo e amadurecendo. E é também, em alguns momentos chorar de tanta saudade da família, e principalmente da mãe que é quem faz tudo pela gente! Hoje eu moro só e amo essa independência. Mas se pudesse escolher, eu preferiria que minha mãe morasse na mesma cidade que eu, para que eu pudesse passar no final do dia ou no final de semana pra tomar aquele cafezinho da tarde com biscoito e para saber como andam as coisas! De alguém, que mora longe de casa há 7 anos e mesmo assim, ainda carrega uma bagagem chamada saudade, porque essa não tem idade, local e nem tão pouco pede licença pra invadir a sua vida.

Um "amor" de verão

Há dias venho querendo organizar na mente tudo o que quero escrever sobre você e o momento que vivemos. Já até iniciei um outro texto, mas acabei apagando. A verdade é que depois dos intensos olhares trocados, dos beijos em meu rosto, dos abraços e da sua boca na minha, eu quis que isso durasse um pouco além de um final de semana. Mas como sempre, o destino me leva pra longe e não me deixou aproveitar um pouco mais a sua mão em minha perna quando estávamos andando de moto, ou escutar a tua voz meio grave tão perto do meu ouvido. Se eu dissesse que não fiquei apreensiva, culpada, ou com um sentimento de pesar em alguns momentos (Ainda que poucos) eu estaria mentindo mas, como já comentamos, isso era algo que tinha que acontecer (pelo menos na nossa concepção) porque foi algo que começou há muitos meses e que deveria ter acontecido. 
Disse para mim mesma que embora o teu beijo seja bom, o teu abraço viciante e a tua voz um charme, aquilo teria que acabar naquele momento. Mas quem é que pode mandar na mente e nos sentimentos de alguém? Haha. Eu mesma não consigo dominar os meus. Não estou dizendo que me apaixonei, não é isso...mas a questão é que eu gostei sabe?! E gostei de verdade. Aquela longa conversa que tivemos dias depois, pelo WhatsApp, me fez perceber o bem que eu quero a você. É algo que realmente não sei como surgiu, até porque nossa amizade começou a um pouco mais de um ano, alguns dias antes de minha partida para o Norte, mas isso não importa, o que interessa é que falar com você me faz bem. Ler suas mensagens e ouvir teus áudios me fazem sorrir. Depois dessa conversa eu quis falar horas e horas todos os dias com você, mas estou me contendo para que meus sentimentos não extrapolem e nem você entenda algo errado. Sei que estamos em momentos bem diferentes e é por isso que hoje eu desejo que você seja feliz com quem e onde está, e quem sabe se um dia eu não poderei fazer parte dessa felicidade de alguma forma, né?

Férias

Quando finalmente o dia da viagem chegou eu não acreditava e não cabia em mim de tanta felicidade! Mas sim, ele chegou! Entrei no avião e sabia que estava iniciando um dos meses mais esperados do ano (depois de janeiro, que foi quando fiz todo o processo seletivo da residência e de setembro que é meu mês predileto -aniversário hahaha). 
Nos dias que antecederam o dia 30/10 (dia de outubro) eu me cansei fisicamente e emocionalmente ao máximo! Mudei de apartamento, fiz plantões extras pra pagar o meu número a mais de dias de férias e já estava exausta da pressão e cobrança bestas dos supervisores. Mas enfim, eu estava indo ao meu primeiro destino das férias... Natal! Essa capital linda, com tamanho e correria do jeito que eu gosto (diferente das grandes capitais), que me recebeu tão bem há 6 anos e que me fez chorar por deixar pessoas tão amadas no dia que parti com destino ao Norte. Voltar a Natal foi algo melhor do que pensei. Revi e sai com meus amigos, visitei a minha faculdade (que foi minha casa durante quase 5 anos), fui as praias mais lindas (e sim, peguei um belo bronze! Até porque aquele amarelo em minha cor já tava feio há um tempinho), aproveitei cada hora do dia e deixei pra descansar no próximo destino! 
O segundo lugar que passei foi pra rever minha família, descansar um pouco (ou melhor, descansar MUITO) e claro, pra curtir e babar muito a sobrinha mais linda que eu já tive (aliás, a única que tenho ...kkkk, mas que é a mais linda do universo). Ver o desenvolvimento, como ela cresceu e poder brincar com esse ser humaninho tão pequeno, tão linda, tão séria e com sorriso mais lindo, foi de encher mais ainda meu coração de amor por ela. Nessa segunda parte do roteiro, aproveitei para conhecer a cidade que até então não conhecia, peguei o carro do meu irmão e (às vezes de alguns amigos dele) pra rodar a cidade (digo, o shopping principalmente) e sair um pouco, já que essa parte 2 das férias foi algo mais caseiro e família. Nessa parte eu consegui fazer a parte 2.5 que não estava programada, mas que foi de ir a minha antiga cidade (Iguatu), pra rever amigas e família do meu antigo pastor e pai na fé! Foi algo que não programei de certeza antes de iniciar as férias, mas também foi algo que deu muito certo!  
Nesse tempo, eu até marquei de encontrar com aquela pessoa que um dia fez meu coração ter taquicardia, que me olhava com um olhar que diziam palavras (e que passou do posto de amor, pra amigo) mas por falta de organização, ou melhor, o destino não quis que nos reencontrássemos agora, até porque a ferida (de um amor que não foi possível viver) fechou a tão pouco tempo, e ainda precisa cicatrizar completamente. Depois da parte 2.5 voltei a cidade d minha família e voei junto com minha mãe para parte 3 das férias para conhecer a loucura da grande São Paulo! 

Confesso que nunca tive vontade de ir, só por ouvir relatos do dia-a-dia e por ver reportagens na TV falando sobre toda a agitação que é essa cidade. Mas já estava devendo uma visita a umas tias e por isso resolvi cumprir logo! E que bom que fiz isso. Me surpreendi com a cidade. Não sei foi porque só fui a passeio e por ser apenas uma semana. Mas o fato é que eu gostei muito. Adorei a praticidade do transporte público de lá (metro e trem - exceto o preço das passagens, 3,80 - como assim? Que crise é essa nesse país?) pra não ter que passar tanto por ônibus, até porque me pego imaginando, se o trânsito de lá já é lento pela quantidade de pessoas que moram lá e tem transporte particular, imagine se não tivesse metro e trem (impossível mesmo!). O bom é que sai de lá quase uma paulista (não que algum dia isso tenha sido um desejo meu) já que consegui aprender como andar sozinha de metrô e trem (muito fácil!!! É só olhar os mapas nas estações hahaha) e porque conheci grande parte dos pontos turísticos clássicos da cidade: 25 de março (muita gente na rua e muita loja de
Bijus), Igreja e praça da Sé (que igreja linda!!!), bairro da Liberdade (me senti no Japão, com tanto japonês nas ruas), Mercado Público (adorei a forma de empilhar as frutas, fica muito mais organizado e bonito), avenida paulista (andei um monte a pé, só pra ver um monte de prédio, mas é tipo de tour paulista hahaha -conhecer a avenida mais famosa do país). Sem contar que fora essa parte turística, revi duas grandes amigas, minha família materna e meu primo querido cujo sobrenome é Valter - ele quem foi meu guia durante um dia inteiro, andando de um lado pra o outro da cidade! Muito obrigada primo). E gente, depois de tudo isso, Ainda consegui pegar um friozinho tão bom (12-14 graus), quase congelante pra quem tá acostumada a 35-48 graus kkkk. 

Depois da parte 3, o destino era a vida e a rotina real! E cá estou estou, depois de uma semana longe desse estado, me readaptando a essa rotina, a essa cultura e a minha nova casa (lembram que mudei uma semana antes das férias? Nem consegui curtir a casa hahaha). O sentimento hoje é de felicidade por um mês e uma semana cheia de alegrias, de reencontros, de abraços, de muita caminhada na rua pra conhecer lugares novos. E o desejo é este: que eu continue leve pra mais uma temporada de residência ate as próximas férias (é que elas sejam tão boas ou superem as deste ano) resta só saber quais os próximos destino.