quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Meu segundo dia no Norte

Acordei um pouco mais cedo. As 10h aqui. Hoje sai no mercadinho que é quase do lado. Novamente senti saudade. Mas como sou do tipo que foge e coloca os pensamentos de lado pra não sofrer, foi isso que fiz. Mas me peguei pensando no Moço. Em como seria se eu não tivesse que mudar pra tão longe. Acredito que não daríamos certo por uma série de coisas. Mas gosto dele. Do carinho, da conversa, da risada boba, gosto da companhia, do beijo e do MELHOR ABRAÇO (já falei desse abraço né?). Abraço de verdade. Lembro que meu último relacionamento foi a mesma coisa, 2 meses depois que começamos a namorar nos separamos. Com o Moço não foi namoro, foi algo especial, mas que já veio com data de início e fim. Ainda bem que já tinha comprado à passagem porque caso contrário eu adiaria essa viagem quantos dias fosse possível.
 Hoje ouvi de uma senhora que é cearense, que ela passou 4 anos para se adaptar aqui (tá certo que isso foi na década de 90, onde tudo era mais difícil), já outro homem que também é cearense (Chega! Cadê os amazonenses daqui gente?) está há 1 ano aqui e disse que não da pra confiar em ninguém. Pensamentos negativos. Por isso quero conhecer gente daqui, chega de tanto cearense ne?! 
Hoje conheci uma praia daqui: Ponta Negra (acho que já ouvi esse nome em outro estado... Isso mesmo! Ponta Negra em Natal). Gente que lugar lindo é essa Ponta Negra daqui hein? Gostei muito do lugar. Tive pela primeira vez a sensação que aqui pode ser bacana. Apesar de ser noite deu para perceber a beleza do lugar. Um mar de agua doce (sempre preferi água doce, haha), areia, grama, quiosques, um anfiteatro gigante, bancos para sentar, e um calçadão enorme. Um lugar muito agradável para sair com amigos ou namorado. E por falar em amigos, a noite inteira fiquei imaginando nosso grupo das viagens lá. Sentados na grama, com a Menina sem coração ao violão (apelido dado por um cara que se apaixonou por ela e não rolou nada entre eles), a Senhora cantando e os outros rindo provavelmente das brincadeiras do palhaço do grupo ou das baixarias daquela que nunca teve papas na língua. Ah! Povo que eu gostei de me aproximar viu?! Depois fomos a uma pizzaria com meu irmão, que para variar foi ignorante com a garçonete. Qual o problema que ele tem que não pode ser uma pessoa normal? Na verdade nem estou falando em gentileza, apenas em não ser mal educado. Acho que realmente não somos irmãos de barriga mesmo. Vai que fui trocada como mãe sempre diz?

Nenhum comentário:

Postar um comentário